domingo, 20 de maio de 2012

PROPOSTA DE ESTUDO DO PORQUÊ SE CHOVE... MAIS NOS FINAIS DE SEMANA... E FASES DA LUA... DE MINGUANTE A NOVA?








VÍDEO INTERESANTE:

PRESSÃO ATMOSFÉRICA BARÔMETROS E INFLUÊNCIA NO TEMPO




PROPOSTA DE ESTUDO DO POR QUE SE CHOVE...
MAIS NOS FINAIS DE SEMANA...
E FASES DA LUA... DE MINGUANTE A NOVA?


Acredito que todos os institutos de Meteorologia do Brasil (CPTEC/INPE, INMET, entre outros), e no Mundo (Organização Mundial de Meteorologia- OMM)... Possuem as “Séries Históricas de chuvas” do Século XX... Por Dia, Mês e Ano em todas as regiões do Brasil. E a OMM- Organização Mundial de Meteorologia... Em todos os países existentes no mundo... E mesmo assim, ainda não se tem o estudo de  correlação de chuvas em todos os ecossistemas terrestre... Dos finais de semana e fases da lua... De minguantes à nova?... Entretanto, o que é visto, e observado por muitos ( os meteorologista empíricos, homens do campo, entre outros)...É que chove mais nos finais de semana...E fases de lua minguante à nova...

Neste caso abordado acima (o que é visto, e observado por muitos( os meteorologista empíricos, homens do campo, entre outros)...Por que chove mais nos finais de semana...E fases de lua minguante à nova?

É bom citar como parâmetro...O dilúvio ocorrido no Nordeste do Brasil em janeiro de 2004...Todo este dilúvio abordado anterior, concentrou-se do dia de 17 de Janeiro à 26 de Janeiro(vide, Calendário/Lunar/2004 (http://kalender-365.de/calendario-lunar-pt.php?yy=2004 ). Coincidência ou não...Neste período  de 17 de Janeiro/2004 à 26 de Janeiro/2004...Que o município de Passagem no Estado da Paraíba em Janeiro de 2004 choveu 633,4mm, que possui uma média histórica anual de 799,7mm(http://site2.aesa.pb.gov.br/aesa/sort.do?layoutCollection=0&layoutCollectionProperty=&layoutCollectionState=6&pagerPage=2).

E este período foi de lua minguante à nova...E de (2)dois finais de semana(17,18,24,25/Janeiro de 2004)...Aonde todos os grandes, médios e pequenos barragens e açudes do semi-árido nordestino...Estavam secos...Entretanto, encheram e sangraram. Como por exemplo, o Castanhão no Ceará, que possui capacidade máxima de 6.700.000.000( seis bilhões de e setecentos milhões cúbicos de água.

Então diante destes pressupostos levantados acima... Proponho o estudo do porque, se chove mais nos finais de semana... E fases da lua...Minguante á nova? Então, sendo assim, vamos a este questionamento.


Então, considerando que, todos os países quer sejam desenvolvidos, emergentes e/ou subdesenvolvidos...Nos finais de semana, em “Tese”...Diminuem consideravelmente, as emissões de gases poluentes para atmosfera terrestre...


Tanto, na diminuição das poluição dos gases emitidos pelas as suas industrias... E , principalmente, vêm diminuir, sensivelmente, pelos os automóveis, além de diminuir os vôos de aviões...


Por ser final de semana...Diminuindo pelo visto,  a temperatura da atmosfera...Que, conseqüentemente, vêm diminuir a temperatura da Troposfera(camada de condensação dos vapores em ascensão, até se encontrar a troposfera, por em “Tese”, se encontrar fria)...Favorecendo a formação de chuvas.

Já concernente,  as fases da lua de minguante a nova...Favorecer a formação de chuvas em todos os ecossistemas do climatologia terrestre, em suas estações chuvosas...

Se ver, considerando, os princípios das “Astrofísicas”, que a força de atração gravitacional mutua da matéria...Nas fases da lua...De lua minguante a lua nova...Vêm diminuir a “Pressão Atmosférica”... Vide, o link: http://www.cdcc.usp.br/maomassa/Livros/livro09/livro09Documentos/ceu_terra.pdf(O Céu e a Terra)...Favorecendo, também, a formação de chuvas em todos os ecossistemas da climatologia terrestre, em suas estações chuvosas.

Então, diante de tudo isto abordado acima propõe- se:

ESTUDO DO POR QUE SE CHOVE...
MAIS NOS FINAIS DE SEMANA...
E FASES DA LUA... DE MINGUANTE A NOVA?



DO ESCRITOR
PEDRO SEVERINO DE SOUSA
JOÃO PESSOA(PB), 20 DE MAIO DE 2012
  




sexta-feira, 20 de abril de 2012

ENERGIA ELÉTRICA... EM 2012... OUTRO APAGÃO?


ENERGIA ELÉTRICA...
EM 2012...
OUTRO APAGÃO?

Segundo, alguns meteorologistas, afirmarem, que o alinhamento  de Vênus, Júpiter e Lua... “Não influi em nada no nosso planeta”... Pois, ao meu vê, fere frontalmente, os “Princípios básicos  da Astrofísica”. Aonde afirma que... “A força mutua gravitacional da matéria... Rege todas as leis cosmológicas do Universo”. Aonde também, até as fases da lua influenciam as “Marés”. Que também, segundo, a “Teoria do caos”,como por exemplo, “uma borboleta bate asas na China e causa um furacão na América”. Então, por que o alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua não influenciam o clima na terra?
 Portanto, partindo desta premissa da força mutua gravitacional da matéria, rege todas as leis cosmológicas do Universo. É fácil explicar, por que o alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua... Influencia o clima na terra... Logicamente, com a ocorrência do alinhamento (alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua), além das “Tempestades Solares”, ocorridas em Jan/2012 e Mar/2012. Considerando os princípios astrofísicos... Só vem aumentar a pressão atmosférica da terra. Se a pressão atmosférica aumenta. Por conseqüência, a Troposfera(camada de condensação das chuvas) se aquece. Dissipando a formação das chuvas.
 Então, pelo visto, não precisa, se aprofundar muito na astrofísica do universo. Para entender que com a ocorrência do alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua(26/03/2012  ). Além das “Tempestades Solares”, ocorridas em Jan/2012 e Mar/2012, Influenciam em muito, o clima da terra.
 Então, este ano de 2012 em curso, pelo visto, ou melhor, pela a estiagem que vem ocorrendo, principalmente no “Nordeste Meridional”, digo, no Estado da Bahia.  Será mais um ano seco? Entre inúmeros anos secos ocorridos aqui no semi-árido do nordeste do Brasil...Até porque este ano de 2012. Ocorreu o alinhamento dos Planetas Venus(estrela Dalva) e Júpiter com a  Lua. Mesmo fenômeno que ocorreu em 1983. E neste referido  ano de 1983, foi seco. Segundo “Série Histórica” dos Institutos de Meteorologia.
 Entretanto, diante desses “Fenômenos  Astrofísicos do Sistema Solar, abordados acima. Vem corroborar, com este quadro dantesco de estiagem não só no semi-árido, com também, no interior(oeste) das Regiões Sul e Sudeste. Pois, segundo a Grande Mídia  Nacional...Vem noticiando, onde a ONS( Operador Nacional do Sistema Elétrico)...Informa que os grande mananciais das usinas hidrelétricas destas mencionadas regiões Sul e Sudeste...Além do Sistema CHESF... Vêem operando com dificuldades, devido, aos seus baixos níveis de acumulo de água...Em conseqüência disto... Ocorrerá neste ano de 2012...Um outro racionamento de energia elétrica...como ocorreu no ano de 2001 ?

 


DO ESCRITOR

PEDRO SEVERINO DE SOUSA

JOÃO PESSOA(PB), 20.04.2012.


segunda-feira, 9 de abril de 2012

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE METEOROLOGIA


ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE METEOROLOGIA

( World Meteorological Organization)

http://www.wmo.int/pages/index_en.html

Powering our future with weather, climate and water

Fwd: WEB SITE WMO Contact Form

PEDRO SEVERINO FAUSTINO Sousa

para mim, pedroseverino, UGT, ugt-pe, ugt, Marcos, Rádio, Itaporanga.net.

---------- Mensagem encaminhada ----------

De:

Data: 7 de abril de 2012 14:37

Assunto: WEB SITE WMO Contact Form

Para: pedrossjp@gmail.com

Thank you PEDRO SEVERINO SOUSA.

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Your message:

CONTATO DA FUNCEME

(Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos)

COM PEDRO SEVERINO DE SOUSA

Ouvidoria Geral ouvidoria.geral@cge.ce.gov.br

para mim, pedroseverino..

Prezado Cidadão Pedro Severino de Sousa, em contato realizado junto à Ouvidoria da Fundação Cearense de Metereologia e Recursos Hídricos – FUNCEME fomos informados que o Sol passa por ciclos de variação de atividade de cerca de 11 anos tendo alguma relação com o clima de nosso planeta. Um exemplo de aparente conexão entre a baixa atividade do Sol (poucas manchas e poucas tempestades solares) e clima foi o chamado Mínimo de Maunder, de temperaturas do ar baixas, no final do século XVII e início do século XVIII. O Sol, no momento, está chegando a um máximo de atividade solar, que se dará em 2013. Pode ser que os próximos máximos, das próximas décadas, sejam menores, em intensidade, do que os máximos registrados nas últimas décadas, ou seja, estaríamos entrando num período de Sol mais calmo, tendo como conseqüência certa redução (provavelmente pequena) na temperatura média global do ar, nas próximas décadas. Se isso se verificar, poderemos ter!

também alguma pequena variação na pluviosidade média sobre o planeta. Alguns estudos já mostraram um aumento de precipitação em algumas regiões de nosso planeta em anos que seguiram máximos de atividade solar. Porém, outros estudos indicaram que a cobertura de nuvens sobre a Terra não é diretamente modulada pelo ciclo de atividade solar. Entre outubro de 2003 e janeiro de 2004, a atividade solar estava no, meio do ramo descendente de um máximo que ocorreu entre 2000 e 2001. Se não é fácil relacionar a atividade solar com o clima, menos fácil ainda é relacioná-la com eventos meteorológico tais como as chuvas no nordeste no caso de janeiro de 2004. Mais complicado ainda é encontrar correlação entre tempestades solares e ejeções de massa coronal com eventos de chuva como o de janeiro de 2004, pois essas tempestades e ejeções têm efeito comprovado apenas na geração de auroras sobre regiões em altas latitudes, podendo, se muito intensas, vir a afetar satélites de comunicação e de GPS em órbita da terra e sistemas e redes elétricas na superfície. Mas esses efeitos se verificam após alguns minutos e horas (no máximo, poucos dias) após a sua ocorrência. Relações que elas pudessem ter sobre períodos de meses depois, em termos de meteorologia, não são conhecidas. Portanto, é pouco provável a relação direta da atividade solar de outubro de 2003 com as chuvas observadas no norte do Nordeste em janeiro de 2004. Estudos meteorológicos já indicaram outras explicações mais claras para essas chuvas. Neste ano de 2012 as condições de temperatura da superfície do oceano Atlântico não estão favoráveis para chuvas abundantes no Nordeste.

Não está ocorrendo um alinhamento (http://youtu.be/YxXkXg5gQYg ) de Vênus, Júpiter e Lua. No último dia 26/03 houve apenas uma conjunção (aparente) da Lua com Vênus. E Júpiter está mais baixo no horizonte oeste (após o pôr do Sol) também em conjunção (aparente), no céu, relativamente próxima, com Vênus. Porém, esse fenômeno não influi em nada no nosso planeta. Então, pelas condições oceânicas e atmosféricas atualmente observadas deveremos ter um período chuvoso não muito favorável no norte do Nordeste. No Ceará, está-se esperando algumas regiões próximas da normalidade e outras mais secas.

Raul Fritz B. Teixeira Pesquisador da FUNCEME

Agradecemos a sua participação.

Resposta de Pedro Severino para o Dr. Raul Fritz B.

Teixeira Pesquisador da FUNCEME


RESPOSTA DE PEDRO SEVERINO

Sr. Raul Fritz B. Teixeira Pesquisador da FUNCEME, dizer que o alinhamento (http://youtu.be/YxXkXg5gQYg ) de Vênus, Júpiter e Lua... “Não influi em nada no nosso planeta”... Pois, ao meu vê, fere frontalmente, os “Princípios básicos da Astrofísica”...Aonde afirma que... “A força mutua gravitacional da matéria... Rege todas as leis cosmológicas do Universo”... Aonde também, até as fases da lua...influenciam as “Marés”... Que também, segundo, a “Teoria do caos”,como por exemplo, “uma borboleta bate asas na China e causa um furacão na América”...Então, por que o alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua...Não influencia o clima na terra?...

Portanto, partindo desta premissa... “Da força mutua gravitacional da matéria... Rege todas as leis cosmológicas do Universo”... É fácil explicar, por que o alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua... Influencia o clima na terra... logicamente, com a ocorrência do alinhamento(alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua), além das “Tempestades Solares”, ocorridas em Jan/2012 e Mar/2012... Considerando os princípios astrofísicos...Só vem aumentar a pressão atmosférica da terra...Se a pressão atmosférica aumenta...Por conseqüência, a Troposfera(camada de condensação das chuvas) se aquece...Dissipando a formação das chuvas...

Então, pelo visto, não precisa, se aprofundar muito na astrofísica do universo... Para entender... Que com a ocorrência do alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua(26/03/2012 )...Além das “Tempestades Solares”, ocorridas em Jan/2012 e Mar/2012... Influenciam em muito, o clima da terra.

Então, diante disto...

Será que este ano de 2012...

O Semi-árido do Nordeste do Brasil...

Será Seco?

Pós Escrito:

Para se inteirar mais sobre este assunto (alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua)

Acesse e leia no Blog cosmologia online:

http://www.cosmologiaonline.blogspot.com.br/

segunda-feira, 26 de março de 2012

O PORQUÊ DAS TEMPESTADES SOLARES AFETAREM AS CHUVAS NO NORDESTE DO BRASIL.

2012: Nasa, Explosões e Tempestades Solares

O PORQUÊ DAS TEMPESTADES SOLARES AFETAREM AS CHUVAS NO NORDESTE DO BRASIL.

É público e notório, que o clima dos sertões do Nordeste do Brasil, é semi-árido... Agora saber o por quê? Eis a questão?

Ao meu vê, este fenômeno de secas periódicas no Nordeste, provavelmente, se justifique devido à heterogeneidade de seu revelo, de “Serras e Vales”... As sucessivas cadeias de serras, como a chapada do Araripe, que se estende de Pernambuco ao Ceará, o Planalto da Borborema, que vai desde divisa da Paraíba, com o Rio Grande do Norte, até o extremo oeste de Pernambuco divisa com o Ceará, que se junta em cadeia com a serra do Araripe, e mais (+) a Chapada Diamantina na Bahia, fechando hermeticamente o polígono, formando o polígono das secas...

Pelo visto, essas sucessivas cadeias de serra, planalto e chapada (Araripe, Borborema e Diamantina), vem obstruir (barrar) em parte, a passagem das umidades trazidas pelas frentes frias e/ou massas de ar úmidas oriundas do oceano Atlântico, principalmente de Janeiro a Março, para essas regiões sertanejas e norte de Minas Gerais. E até mesmo, algumas frentes frias e as massas de ar úmidas, que quando chegam ao norte de Minas Gerais e ao semi-árido nordestino, não encontram umidade suficiente para formação de chuvas, configurando deste modo, os anos de "estiagens", ou melhor, de secas... E que, as poucas chuvas, que ocorrem nestas referidas regiões, em ano de "estiagem", são, justamente, em suas regiões serranas de planaltos e chapadas (que são os brejos do norte de Minas Gerais e os brejos nordestinos) e na sua faixa litorânea, desde Piauí até a Bahia, exceto o norte de Minas Gerais, por não possui litoral. Talvez, por isso, explique as irregularidades espaciais das chuvas no semi-árido brasileiro...

Agora, entretanto, ao meu vê, também, outro coadjuvante climatológico, que afeta a formação de chuvas nos sertões do nordeste brasileiro, conhecido cientificamente, pelo “semi-árido”...São, irreversivelmente, as “Tempestades Solares”...Alem de aquecer a “Atmosfera Terrestre, “Aumenta” a “Pressão Atmosférica”, nesta Região do Nordeste do Brasil ...Que conseqüentemente, vem aquecer a “Troposfera”(camada da condensação das chuvas)...Dissipando a formação de chuvas...Neste caso, dos sertões do Nordeste do Brasil...

DO ESCRITOR:

PEDRO SEVERINO DE SOUSA.

JOÃO PESSOA(PB), 25.03.2012

domingo, 29 de janeiro de 2012

A CORRELAÇÃO DAS TEMPESTADES SOLARES COM AS CHUVAS NO NORDESTE.

VÍDEO CORRELACIONADO:

JORNAL DA GLOBO( 26.01.2012 )

A CORRELAÇÃO DAS TEMPESTADES SOLARES COM AS CHUVAS NO NORDESTE.

Já é publico e notório, que com as “Tempestades Solares”, mais conhecidas por (Manchas Solares), afetam o Clima da Terra...Que segundo a muitos estudos meteorológicos, as manchas solares, dependendo de sua intensidade, provoca El Niño ou La Niña. Agora saber se as Tempestades Solares (Manchas Solares) provocam El Niño ou La Niña, Eis a Questão?

Muitos “Estudos Meteorológicos”...Correlacionam as tempestades solares, com El Niño e/ou La Niña, como por exemplo, AQUECIMENTO GLOBAL, EL NIÑOS, MANCHAS SOLARES, VULCÕES E OSCILAÇÃO DECADAL DO PACÍFICO(http://www6.cptec.inpe.br/revclima/revista/pdf/Artigo_Aquecimento_0805.pdf), Estudo de Luiz Carlos Baldicero Molion- Departamento de Meteorologia, UFAL – AL.

E o mais curioso de tudo isto, abordado acima...Que assistindo o Jornal da Globo.Edição do dia 26/01/2012. Tempestade solar provoca aurora boreal no Hemisfério Norte(http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1786236-7823-TEMPESTADE+SOLAR+PROVOCA+AURORA+BOREAL+NO+HEMISFERIO+NORTE,00.html)...

Logo após, a esta referida reportagem abordada anteriormente, passei a refletir... E pesquisar sobre tempestade solar...Logo constatei que em Outubro de 2003...ocorrer uma tempestade solar de igual magnitude(SUPER TEMPESTADE SOLAR, http://astrosurf.com/ceu/ciencia23102003.html)...E fazendo uma correlação das tempestades solares com as chuvas no Nordeste...Foi constatado que em Janeiro de 2004, 3(três) meses, após a tempestade de outubro de 2003...Ocorreu um verdadeiro “Dilúvio no Nordeste do Brasil...

Entretanto, mais recentemente, (08 e Março de 2012, Quinta feira), uma nova “Tempestade solar”, (Maior tempestade solar em cinco anos atinge a Terra,http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/03/maior-tempestade-solar-em-cinco-anos-atinge- terra.html)... Então, se o transcurso deste período da correlação das Tempestade solar com as chuvas no Nordeste do Brasil, for mesmo de três(3) meses...As abundancias de chuvas aqui no nordeste do Brasil...Será apartir de Junho/2012

Então, diante destas premissas e/ou pressupostos... Será que a partir de Abril/2012 e/ou Junho/2012...O semi-árido do Nordeste do Brasil...Ocorrerá chuvas abundantes como Janeiro de 2004? Eis a Questão!!!

Então, por que as “Tempestades Solar”, afeta as chuvas no Nordeste do Brasil?

PEDRO SEVERINO DE SOUSA

Escritor

João Pessoa(PB), 09 de Março de 2012

sábado, 4 de dezembro de 2010

O PLANETA MARTE... JÁ POSSUIU O SEU CICLO HIDROLOGICO?

Novo mapa mostra redes de vales em torno do Equador, que apontam para clima úmido com chuvas

Um mapa mais detalhado de Marte mostra redes de vales em torno do Equador do planeta vermelho que apontam para um clima úmido com chuvas e para a presença de um grande oceano no hemisfério norte, revela um estudo publicado por pesquisadores da Universidade de Illinois do Norte, nos Estados Unidos, nesta segunda-feira (23).

Este novo mapa, elaborado por pesquisadores americanos com a ajuda de um novo programa de computador, indica que esse conjunto de vales é ao menos duas vezes mais mais largo que o estimado até agora.

"Todas as indicações obtidas com a análise das redes de vales no novo mapa revelam um clima particular no passado do planeta vermelho", disse Wei Luo, professor de Geografia da Universidade de Illinois do Norte, um dos autores do trabalho.

Abastecer esse conjunto de rios e arroios "exigiria chuvas e a existência de um oceano que cobrisse a maior parte do hemisfério setentrional, provavelmente um terço da superfície de Marte".

O estudo aparece na última edição do Journal of Geophysical Research.

O sistema de vales marciano tem algumas semelhanças com o da Terra, o que permite pensar que Marte foi mais quente e úmido que é hoje.

VÍDEO SOBRE VIDA EM MARTE

O PLANETA MARTE... JÁ POSSUIU O SEU CICLO HIDROLÓGICO?

Todos os Planetas do Sistema Solar, que dentro dos princípios básicos das leis cosmológicas, sempre vai atuar a “Força Gravitacional Mútua da matéria” (Isaac Newton )...Donde se conceitua: A Gravitação universal é a força de atração que age entre todos os objetos por causa da sua massa, isto é, a quantidade de matéria de que são constituídos. A gravitação mantém o universo unido. Por exemplo, ela mantém juntos os gases quentes no sol e faz os planetas permanecerem em suas órbitas...

Então partindo destes princípios básicos das leis cosmológicas... Donde a “Força Gravitacional Mútua da matéria”...Regem todos os Sistemas Solares do Universo...A terra e os demais Planetas(mercúrio, Venus, marte, júpiter, saturno, urano, netuno e plutão)...Do sistema solar da nossa galáxia via láctea...Estão intrinsecamente, condicionados a este já mencionada Força Gravitacional Mútua da matéria”...E que o elemento químico mais abundante no universo ser o hidrogênio, o principal, componente da composição da água (H2O)...Entretanto, só na basta um planeta possuir água...Para ele possuir seu ciclo hidrológico...Pois, depende essencialmente, de sua massa, do seu tamanho, de sua rotação, translação e possuir seu eixo inclinado...Dentro mais ou menos...As dimensões do planeta terra...Ou seja, da massa e tamanho da terra...E possuir rotação de 24 horas...Entre o dia e a noite...E possuir o movimento de translação de 24(vinte e quatro) meses...E possuir seu eixo inclinado de 23,45°...Que defina as 4(quatro estações do ano)...Inverno, primavera, outono e verão...Como são as condições atuais da terra...Só assim, qualquer planeta no universo, poderá possuir seu ciclo hidrológico...

Então, como explicar o ciclo hidrológico da Terra?

O Planeta terra tem seu ciclo hidrológico... Devido possui a massa, ou melhor, o tamanho da Terra é de 5.9743 ×1024 kg...Possuir o movimento de rotação de 23 horas 56 minutos 4 segundos e 9 centésimos. (23h56m04,09)...

E ter o Eixo inclinado de aproximadamente 23 graus Angular... Ter o Movimento de Translação de aproximadamente 365 dias...Aonde se define as 4(quatro) Estações: Verão, Outono, Inverno e Primavera...E receber Energia e Calor do Sol...Para se ter uma “Atmosfera”... Adequada...Funcionando dentro de um “Efeito Estufa”...Para se ter seu ciclo Hidrológico....E por conseqüência, o ciclo da vida...

Entretanto, partindo dessas premissas abordadas acima, segundo, a literatura astronômica, só “O Planeta Marte”...Dentro do Sistema Solar...Marte possui dimensões astrofísicas semelhantes ao Planeta Terra...

Então vamos vê em quais características físicas se assemelham Marte com a Terra:Tamanho da grandeza da massa do Planeta Terra é ligeiramente maior do que o Planeta Marte. A massa de Marte é de 6,4185×1023 kg...E da Terra é de 5,9743 ×1024 kg...Pelo visto de tamanho quase equivalentes...Concernente as suas inclinações aos seus planos de inclinação dos seus Eixos...A Terra tem inclinação axial de Inclinação axial:23,45°Já Marte de: Inclinação axial:25,19°... O movimento de Rotação da Terra: dura 23 horas, 56 minutos e 4,09 segundos, o que equivale a um dia sideral... A duração do dia em Marte (sol) é pouco diferente do da Terra e é de 24 horas, 39 minutos e 35 segundos . O movimento de translação da Terra, efetuado ao redor do Sol, leva 365 dias e 6 horas solares médios - o que equivale a um ano sideral. A Terra tem um satélite natural, a Lua, que completa uma volta em torno do planeta a cada 27,3 dias.

Já Marte tem estações do ano, mas estas duram o dobro das estações na Terra; o ano marciano é também o dobro do terrestre (cerca de 1 ano e 11 meses terrestres)...Devido o planeta Marte tem o dobro da distância da terra em relação ao sol...

Partindo dos pressupostos abordados acima, que o Planeta Marte, por possuir similaridade com Planeta Terra...Como visto: Em seu tamanho, inclinação orbital...Possuir 4(quatro) estações...Só diferenciando no ano Marciano, que é o dobro do terrestre (cerca de 1 ano e 11 meses terrestres)...Até porque o Planeta Marte:


Marte tem o dobro da distância da terra em relação ao sol...

Hoje, na nossa era geológica atual, obviamente, o sol, o nosso astro-rei, não emite mais luz, energia e calor suficiente para o Planeta Marte...Possa ter seu ciclo hidrológico...Entretanto, talvez bilhões de anos atrás...O sol...Logicamente, emitia muito mais luz, calor e energia para seu sistema solar...Que nesta caso, o Planeta Marte, ao meu vê, já possuiu seu ciclo hidrológico...Obviamente, também, o Planeta Terra, com decorrer de milhões e milhões de anos para frente...Certamente, perderá seu estágio atual...Do ciclo hidrológico...Pois, como se sabe... Sol vai diminuído emissão de calor e energia para o sistema solar...Até dia numa era geológica longínqua futura...O sol perderá emissão de luz, calor e energia para o planeta terra...Neste caso, a terra perderá o seu ciclo hidrológico...Como se encontra o Planeta Marte hoje...

Todavia, o “Cosmo”, conhecido popularmente, como o “Universo” Aonde existem milhares de centenas de bilhões de galáxias, onde cada galáxia dessas possuir milhares de milhões de sistema solares .. Deve, certamente, dentro dessa infinidade de planetas...Deste Mundo Galáctico... ”Existem “ , infinidades de “Planetas”...Na mesma condições da Terra de possuírem o seu ciclo Hidrológico...Conseqüentemente, o ciclo da vida...

Ainda não se sabe... Se tudo isto perdurará eternamente... Sendo assim, no universo...Mas, provavelmente, o ciclo hidrológico, existe em outros sistemas solares, através de centenas de bilhões de galáxias existente no universo e até mesmo em outro sistema solares da nossa Via Láctea. Portanto, seria grande desperdício de espaço no universo, caso não existissem, vidas(leia ciclo hidrológico) fora da terra (Carl Sagan)..E como também o elemento químico mais abundante ser o hidrogênio o principal componente da composição da água (H2O)...

Então, basta que qualquer corpo celeste esteja em órbita de um sol e receba: luz, energia e calor para ter uma atmosfera suficientemente para suscitar o ciclo da água e conseqüentemente o ciclo da vida... E que, segundo, a astronomia se o universo for infinito, sua expansão se dará por toda a eternidade e que também seus números de galáxias são infinitamente incalculáveis... Decorrente disto a cada instante (considerando o tempo geológico), morrem velhas galáxias e nascem novas galáxias, isto é, a dinâmica do universo expansivo...

Mas, segundo, a teoria do universo oscilante, afirma que a expansão vai parar por causa da atração gravitacional mútua de toda matéria. Depois, o universo, vai contraísse até atingir um volume infinitamente pequeno, ocorrerá então, um novo (BIG BANG) e nascerá um novo universo, possivelmente com diferentes leis de astrofísica...

PESQUISE NO www.google.com.br

“PEDRO SEVERINO DE SOUSA”
ESCRITOR DO LIVRO:
ÁGUA: A ESSÊNCIA DA VIDA

JOÃO PESSOA(PB), 05.12.2010

ACESSE E LEIA O BLOG RIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL
www.riodaintegracaonacional.blogspot.com

sábado, 20 de novembro de 2010

Possivel erro na teoria da relatividade-momento londres gravitomagnético...




Possivel erro na teoria da relatividade-momento londres gravitomagnético

Erro encontrado na Teoria da Relatividade poderá revolucionar a Física
Agência Espacial Européia
04/04/2006

Cientistas trabalhando para a Agência Espacial Européia acreditam ter medida o equivalente gravitacional de um campo magnético pela primeira vez em laboratório. Sob certas circunstâncias, o efeito é muito maior do que o previsto pela Teoria da Relatividade Geral e poderá ajudar a físicos a dar um passo significativo rumo à tão sonhada teoria quântica da gravidade.

Da mesma forma que uma carga elétrica em movimento cria um campo magnético, a movimentação de uma massa gera um campo gravitacional. De acordo com a Teoria da Relatividade Geral de Einstein, o efeito seria virtualmente desprezível. Entretanto, os cientistas Martin Tajmar e Clovis de Matos acreditam ter medido o efeito em laboratório.

A experiência foi feita em um anel de material supercondutor girando a 6.500 rotações por minuto. Supercondutores são materiais especiais que perdem toda a resistência elétrica quando são resfriados abaixo de determinadas temperaturas. Fazê-los girar cria um fraco campo magnético, conhecido como momento Londres.


A nova experiência testa uma hipótese de Tajmar e Matos, que explica a diferenca entre medições de massa de alta precisão de pares de Cooper (os portadores das cargas nos supercondutores) e seus valores previstos pela teoria quântica. Eles descobriram que essa anomalia pode ser explicada pelo aparecimento de um campo gravitomagnético no supercondutor em rotação. Por analogia com seu equivalente magnético, o novo efeito foi batizado de Momento Londres Gravitomagnético.

Pequenos sensores de aceleração, colocados em diferentes posições nas proximidades do supercondutor - que foi acelerado para que o efeito fosse detectável - registraram um campo de aceleração no exterior do supercondutor que parece ser produzido por gravitomagnetismo. Este experimento é o análogo gravitacional do experimento de indução eletromagnética de Faraday, feito em 1831.

Ele demonstra que um giroscópio supercondutor é capaz de gerar um forte campo gravitomagnético, sendo, portanto, o equivalente gravitacional de uma bobina magnética. Ainda dependendo de confirmações posteriores, este efeito poderá estabelecer as bases para um novo domínio tecnológico, que deverá ter inúmeras aplicações na exploração espacial e em outros setores, segundo Matos.

Embora apenas 100 milionésimos da aceleração se deva ao campo gravitacional da Terra, o campo medido é supreendentemente cem milhões de trilhões de vezes maior do que o previsto pela Teoria da Relatividade Geral de Einstein. Inicialmente os pesquisadores ficaram relutantes em aceitar seus próprios resultados.

Indução gravitomagnética de campos gravitacionais

"Nós fizemos mais de 250 experiências, melhoramos os equipamentos nos últimos três anos e discutimos a validade dos resultados durante 8 meses antes de fazer esse anúncio. Agora nós temos confiança nas medições," disse Tajmar, que conduziu as experiências e acredita que outros físicos farão suas próprias versões dos testes, a fim de verificar as descobertas e mensurar o efeito induzido.

Paralelamente à avaliação experimental de sua hipótese, Tajmar e Matos também procuraram por um modelo teórico mais refinado do Momento Londres Gravitomagnético. Eles foram buscar inspiração na supercondutividade. As propriedades eletromagnéticas dos supercondutores são explicadas pela teoria quântica como um ganho de massa pelas partículas dotadas de força, os fótons. Permitindo que partículas que contenham força gravitacional, conhecidas como gravitons, se tornem pesadas, eles descobriram que a força gravitomagnética inesperadamente grande pode ser modelada.

"Se confirmado, isto será um avanço incrível," diz Tajmar. "[A teoria] cria uma nova forma de se investigar a relatividade geral e suas conseqüências no mundo quântico."

Os resultados foram apresentados em uma conferência realizada pela Agência Espacial Européia na Holanda, no último dia 21 de Março. Dois artigos científicos detalhando o trabalho estão sendo submetidos para publicação.



Bibliografia:
Gravitomagnetic Barnett Effect
Martin Tajmar, Clovis J. de Matos, Martin Tajmar, Clovis J. de Matos

Possible gravitational anomalies in quantum materials (pdf)
Martin Tajmar, Clovis J. de Matos, Martin Tajmar, Clovis J. de Matos

Fonte: