segunda-feira, 9 de abril de 2012

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE METEOROLOGIA


ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE METEOROLOGIA

( World Meteorological Organization)

http://www.wmo.int/pages/index_en.html

Powering our future with weather, climate and water

Fwd: WEB SITE WMO Contact Form

PEDRO SEVERINO FAUSTINO Sousa

para mim, pedroseverino, UGT, ugt-pe, ugt, Marcos, Rádio, Itaporanga.net.

---------- Mensagem encaminhada ----------

De:

Data: 7 de abril de 2012 14:37

Assunto: WEB SITE WMO Contact Form

Para: pedrossjp@gmail.com

Thank you PEDRO SEVERINO SOUSA.

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Your message:

CONTATO DA FUNCEME

(Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos)

COM PEDRO SEVERINO DE SOUSA

Ouvidoria Geral ouvidoria.geral@cge.ce.gov.br

para mim, pedroseverino..

Prezado Cidadão Pedro Severino de Sousa, em contato realizado junto à Ouvidoria da Fundação Cearense de Metereologia e Recursos Hídricos – FUNCEME fomos informados que o Sol passa por ciclos de variação de atividade de cerca de 11 anos tendo alguma relação com o clima de nosso planeta. Um exemplo de aparente conexão entre a baixa atividade do Sol (poucas manchas e poucas tempestades solares) e clima foi o chamado Mínimo de Maunder, de temperaturas do ar baixas, no final do século XVII e início do século XVIII. O Sol, no momento, está chegando a um máximo de atividade solar, que se dará em 2013. Pode ser que os próximos máximos, das próximas décadas, sejam menores, em intensidade, do que os máximos registrados nas últimas décadas, ou seja, estaríamos entrando num período de Sol mais calmo, tendo como conseqüência certa redução (provavelmente pequena) na temperatura média global do ar, nas próximas décadas. Se isso se verificar, poderemos ter!

também alguma pequena variação na pluviosidade média sobre o planeta. Alguns estudos já mostraram um aumento de precipitação em algumas regiões de nosso planeta em anos que seguiram máximos de atividade solar. Porém, outros estudos indicaram que a cobertura de nuvens sobre a Terra não é diretamente modulada pelo ciclo de atividade solar. Entre outubro de 2003 e janeiro de 2004, a atividade solar estava no, meio do ramo descendente de um máximo que ocorreu entre 2000 e 2001. Se não é fácil relacionar a atividade solar com o clima, menos fácil ainda é relacioná-la com eventos meteorológico tais como as chuvas no nordeste no caso de janeiro de 2004. Mais complicado ainda é encontrar correlação entre tempestades solares e ejeções de massa coronal com eventos de chuva como o de janeiro de 2004, pois essas tempestades e ejeções têm efeito comprovado apenas na geração de auroras sobre regiões em altas latitudes, podendo, se muito intensas, vir a afetar satélites de comunicação e de GPS em órbita da terra e sistemas e redes elétricas na superfície. Mas esses efeitos se verificam após alguns minutos e horas (no máximo, poucos dias) após a sua ocorrência. Relações que elas pudessem ter sobre períodos de meses depois, em termos de meteorologia, não são conhecidas. Portanto, é pouco provável a relação direta da atividade solar de outubro de 2003 com as chuvas observadas no norte do Nordeste em janeiro de 2004. Estudos meteorológicos já indicaram outras explicações mais claras para essas chuvas. Neste ano de 2012 as condições de temperatura da superfície do oceano Atlântico não estão favoráveis para chuvas abundantes no Nordeste.

Não está ocorrendo um alinhamento (http://youtu.be/YxXkXg5gQYg ) de Vênus, Júpiter e Lua. No último dia 26/03 houve apenas uma conjunção (aparente) da Lua com Vênus. E Júpiter está mais baixo no horizonte oeste (após o pôr do Sol) também em conjunção (aparente), no céu, relativamente próxima, com Vênus. Porém, esse fenômeno não influi em nada no nosso planeta. Então, pelas condições oceânicas e atmosféricas atualmente observadas deveremos ter um período chuvoso não muito favorável no norte do Nordeste. No Ceará, está-se esperando algumas regiões próximas da normalidade e outras mais secas.

Raul Fritz B. Teixeira Pesquisador da FUNCEME

Agradecemos a sua participação.

Resposta de Pedro Severino para o Dr. Raul Fritz B.

Teixeira Pesquisador da FUNCEME


RESPOSTA DE PEDRO SEVERINO

Sr. Raul Fritz B. Teixeira Pesquisador da FUNCEME, dizer que o alinhamento (http://youtu.be/YxXkXg5gQYg ) de Vênus, Júpiter e Lua... “Não influi em nada no nosso planeta”... Pois, ao meu vê, fere frontalmente, os “Princípios básicos da Astrofísica”...Aonde afirma que... “A força mutua gravitacional da matéria... Rege todas as leis cosmológicas do Universo”... Aonde também, até as fases da lua...influenciam as “Marés”... Que também, segundo, a “Teoria do caos”,como por exemplo, “uma borboleta bate asas na China e causa um furacão na América”...Então, por que o alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua...Não influencia o clima na terra?...

Portanto, partindo desta premissa... “Da força mutua gravitacional da matéria... Rege todas as leis cosmológicas do Universo”... É fácil explicar, por que o alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua... Influencia o clima na terra... logicamente, com a ocorrência do alinhamento(alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua), além das “Tempestades Solares”, ocorridas em Jan/2012 e Mar/2012... Considerando os princípios astrofísicos...Só vem aumentar a pressão atmosférica da terra...Se a pressão atmosférica aumenta...Por conseqüência, a Troposfera(camada de condensação das chuvas) se aquece...Dissipando a formação das chuvas...

Então, pelo visto, não precisa, se aprofundar muito na astrofísica do universo... Para entender... Que com a ocorrência do alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua(26/03/2012 )...Além das “Tempestades Solares”, ocorridas em Jan/2012 e Mar/2012... Influenciam em muito, o clima da terra.

Então, diante disto...

Será que este ano de 2012...

O Semi-árido do Nordeste do Brasil...

Será Seco?

Pós Escrito:

Para se inteirar mais sobre este assunto (alinhamento de Venus, Júpiter e a Lua)

Acesse e leia no Blog cosmologia online:

http://www.cosmologiaonline.blogspot.com.br/

segunda-feira, 26 de março de 2012

O PORQUÊ DAS TEMPESTADES SOLARES AFETAREM AS CHUVAS NO NORDESTE DO BRASIL.

2012: Nasa, Explosões e Tempestades Solares

O PORQUÊ DAS TEMPESTADES SOLARES AFETAREM AS CHUVAS NO NORDESTE DO BRASIL.

É público e notório, que o clima dos sertões do Nordeste do Brasil, é semi-árido... Agora saber o por quê? Eis a questão?

Ao meu vê, este fenômeno de secas periódicas no Nordeste, provavelmente, se justifique devido à heterogeneidade de seu revelo, de “Serras e Vales”... As sucessivas cadeias de serras, como a chapada do Araripe, que se estende de Pernambuco ao Ceará, o Planalto da Borborema, que vai desde divisa da Paraíba, com o Rio Grande do Norte, até o extremo oeste de Pernambuco divisa com o Ceará, que se junta em cadeia com a serra do Araripe, e mais (+) a Chapada Diamantina na Bahia, fechando hermeticamente o polígono, formando o polígono das secas...

Pelo visto, essas sucessivas cadeias de serra, planalto e chapada (Araripe, Borborema e Diamantina), vem obstruir (barrar) em parte, a passagem das umidades trazidas pelas frentes frias e/ou massas de ar úmidas oriundas do oceano Atlântico, principalmente de Janeiro a Março, para essas regiões sertanejas e norte de Minas Gerais. E até mesmo, algumas frentes frias e as massas de ar úmidas, que quando chegam ao norte de Minas Gerais e ao semi-árido nordestino, não encontram umidade suficiente para formação de chuvas, configurando deste modo, os anos de "estiagens", ou melhor, de secas... E que, as poucas chuvas, que ocorrem nestas referidas regiões, em ano de "estiagem", são, justamente, em suas regiões serranas de planaltos e chapadas (que são os brejos do norte de Minas Gerais e os brejos nordestinos) e na sua faixa litorânea, desde Piauí até a Bahia, exceto o norte de Minas Gerais, por não possui litoral. Talvez, por isso, explique as irregularidades espaciais das chuvas no semi-árido brasileiro...

Agora, entretanto, ao meu vê, também, outro coadjuvante climatológico, que afeta a formação de chuvas nos sertões do nordeste brasileiro, conhecido cientificamente, pelo “semi-árido”...São, irreversivelmente, as “Tempestades Solares”...Alem de aquecer a “Atmosfera Terrestre, “Aumenta” a “Pressão Atmosférica”, nesta Região do Nordeste do Brasil ...Que conseqüentemente, vem aquecer a “Troposfera”(camada da condensação das chuvas)...Dissipando a formação de chuvas...Neste caso, dos sertões do Nordeste do Brasil...

DO ESCRITOR:

PEDRO SEVERINO DE SOUSA.

JOÃO PESSOA(PB), 25.03.2012

domingo, 29 de janeiro de 2012

A CORRELAÇÃO DAS TEMPESTADES SOLARES COM AS CHUVAS NO NORDESTE.

VÍDEO CORRELACIONADO:

JORNAL DA GLOBO( 26.01.2012 )

A CORRELAÇÃO DAS TEMPESTADES SOLARES COM AS CHUVAS NO NORDESTE.

Já é publico e notório, que com as “Tempestades Solares”, mais conhecidas por (Manchas Solares), afetam o Clima da Terra...Que segundo a muitos estudos meteorológicos, as manchas solares, dependendo de sua intensidade, provoca El Niño ou La Niña. Agora saber se as Tempestades Solares (Manchas Solares) provocam El Niño ou La Niña, Eis a Questão?

Muitos “Estudos Meteorológicos”...Correlacionam as tempestades solares, com El Niño e/ou La Niña, como por exemplo, AQUECIMENTO GLOBAL, EL NIÑOS, MANCHAS SOLARES, VULCÕES E OSCILAÇÃO DECADAL DO PACÍFICO(http://www6.cptec.inpe.br/revclima/revista/pdf/Artigo_Aquecimento_0805.pdf), Estudo de Luiz Carlos Baldicero Molion- Departamento de Meteorologia, UFAL – AL.

E o mais curioso de tudo isto, abordado acima...Que assistindo o Jornal da Globo.Edição do dia 26/01/2012. Tempestade solar provoca aurora boreal no Hemisfério Norte(http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1786236-7823-TEMPESTADE+SOLAR+PROVOCA+AURORA+BOREAL+NO+HEMISFERIO+NORTE,00.html)...

Logo após, a esta referida reportagem abordada anteriormente, passei a refletir... E pesquisar sobre tempestade solar...Logo constatei que em Outubro de 2003...ocorrer uma tempestade solar de igual magnitude(SUPER TEMPESTADE SOLAR, http://astrosurf.com/ceu/ciencia23102003.html)...E fazendo uma correlação das tempestades solares com as chuvas no Nordeste...Foi constatado que em Janeiro de 2004, 3(três) meses, após a tempestade de outubro de 2003...Ocorreu um verdadeiro “Dilúvio no Nordeste do Brasil...

Entretanto, mais recentemente, (08 e Março de 2012, Quinta feira), uma nova “Tempestade solar”, (Maior tempestade solar em cinco anos atinge a Terra,http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/03/maior-tempestade-solar-em-cinco-anos-atinge- terra.html)... Então, se o transcurso deste período da correlação das Tempestade solar com as chuvas no Nordeste do Brasil, for mesmo de três(3) meses...As abundancias de chuvas aqui no nordeste do Brasil...Será apartir de Junho/2012

Então, diante destas premissas e/ou pressupostos... Será que a partir de Abril/2012 e/ou Junho/2012...O semi-árido do Nordeste do Brasil...Ocorrerá chuvas abundantes como Janeiro de 2004? Eis a Questão!!!

Então, por que as “Tempestades Solar”, afeta as chuvas no Nordeste do Brasil?

PEDRO SEVERINO DE SOUSA

Escritor

João Pessoa(PB), 09 de Março de 2012

sábado, 4 de dezembro de 2010

O PLANETA MARTE... JÁ POSSUIU O SEU CICLO HIDROLOGICO?

Novo mapa mostra redes de vales em torno do Equador, que apontam para clima úmido com chuvas

Um mapa mais detalhado de Marte mostra redes de vales em torno do Equador do planeta vermelho que apontam para um clima úmido com chuvas e para a presença de um grande oceano no hemisfério norte, revela um estudo publicado por pesquisadores da Universidade de Illinois do Norte, nos Estados Unidos, nesta segunda-feira (23).

Este novo mapa, elaborado por pesquisadores americanos com a ajuda de um novo programa de computador, indica que esse conjunto de vales é ao menos duas vezes mais mais largo que o estimado até agora.

"Todas as indicações obtidas com a análise das redes de vales no novo mapa revelam um clima particular no passado do planeta vermelho", disse Wei Luo, professor de Geografia da Universidade de Illinois do Norte, um dos autores do trabalho.

Abastecer esse conjunto de rios e arroios "exigiria chuvas e a existência de um oceano que cobrisse a maior parte do hemisfério setentrional, provavelmente um terço da superfície de Marte".

O estudo aparece na última edição do Journal of Geophysical Research.

O sistema de vales marciano tem algumas semelhanças com o da Terra, o que permite pensar que Marte foi mais quente e úmido que é hoje.

VÍDEO SOBRE VIDA EM MARTE

O PLANETA MARTE... JÁ POSSUIU O SEU CICLO HIDROLÓGICO?

Todos os Planetas do Sistema Solar, que dentro dos princípios básicos das leis cosmológicas, sempre vai atuar a “Força Gravitacional Mútua da matéria” (Isaac Newton )...Donde se conceitua: A Gravitação universal é a força de atração que age entre todos os objetos por causa da sua massa, isto é, a quantidade de matéria de que são constituídos. A gravitação mantém o universo unido. Por exemplo, ela mantém juntos os gases quentes no sol e faz os planetas permanecerem em suas órbitas...

Então partindo destes princípios básicos das leis cosmológicas... Donde a “Força Gravitacional Mútua da matéria”...Regem todos os Sistemas Solares do Universo...A terra e os demais Planetas(mercúrio, Venus, marte, júpiter, saturno, urano, netuno e plutão)...Do sistema solar da nossa galáxia via láctea...Estão intrinsecamente, condicionados a este já mencionada Força Gravitacional Mútua da matéria”...E que o elemento químico mais abundante no universo ser o hidrogênio, o principal, componente da composição da água (H2O)...Entretanto, só na basta um planeta possuir água...Para ele possuir seu ciclo hidrológico...Pois, depende essencialmente, de sua massa, do seu tamanho, de sua rotação, translação e possuir seu eixo inclinado...Dentro mais ou menos...As dimensões do planeta terra...Ou seja, da massa e tamanho da terra...E possuir rotação de 24 horas...Entre o dia e a noite...E possuir o movimento de translação de 24(vinte e quatro) meses...E possuir seu eixo inclinado de 23,45°...Que defina as 4(quatro estações do ano)...Inverno, primavera, outono e verão...Como são as condições atuais da terra...Só assim, qualquer planeta no universo, poderá possuir seu ciclo hidrológico...

Então, como explicar o ciclo hidrológico da Terra?

O Planeta terra tem seu ciclo hidrológico... Devido possui a massa, ou melhor, o tamanho da Terra é de 5.9743 ×1024 kg...Possuir o movimento de rotação de 23 horas 56 minutos 4 segundos e 9 centésimos. (23h56m04,09)...

E ter o Eixo inclinado de aproximadamente 23 graus Angular... Ter o Movimento de Translação de aproximadamente 365 dias...Aonde se define as 4(quatro) Estações: Verão, Outono, Inverno e Primavera...E receber Energia e Calor do Sol...Para se ter uma “Atmosfera”... Adequada...Funcionando dentro de um “Efeito Estufa”...Para se ter seu ciclo Hidrológico....E por conseqüência, o ciclo da vida...

Entretanto, partindo dessas premissas abordadas acima, segundo, a literatura astronômica, só “O Planeta Marte”...Dentro do Sistema Solar...Marte possui dimensões astrofísicas semelhantes ao Planeta Terra...

Então vamos vê em quais características físicas se assemelham Marte com a Terra:Tamanho da grandeza da massa do Planeta Terra é ligeiramente maior do que o Planeta Marte. A massa de Marte é de 6,4185×1023 kg...E da Terra é de 5,9743 ×1024 kg...Pelo visto de tamanho quase equivalentes...Concernente as suas inclinações aos seus planos de inclinação dos seus Eixos...A Terra tem inclinação axial de Inclinação axial:23,45°Já Marte de: Inclinação axial:25,19°... O movimento de Rotação da Terra: dura 23 horas, 56 minutos e 4,09 segundos, o que equivale a um dia sideral... A duração do dia em Marte (sol) é pouco diferente do da Terra e é de 24 horas, 39 minutos e 35 segundos . O movimento de translação da Terra, efetuado ao redor do Sol, leva 365 dias e 6 horas solares médios - o que equivale a um ano sideral. A Terra tem um satélite natural, a Lua, que completa uma volta em torno do planeta a cada 27,3 dias.

Já Marte tem estações do ano, mas estas duram o dobro das estações na Terra; o ano marciano é também o dobro do terrestre (cerca de 1 ano e 11 meses terrestres)...Devido o planeta Marte tem o dobro da distância da terra em relação ao sol...

Partindo dos pressupostos abordados acima, que o Planeta Marte, por possuir similaridade com Planeta Terra...Como visto: Em seu tamanho, inclinação orbital...Possuir 4(quatro) estações...Só diferenciando no ano Marciano, que é o dobro do terrestre (cerca de 1 ano e 11 meses terrestres)...Até porque o Planeta Marte:


Marte tem o dobro da distância da terra em relação ao sol...

Hoje, na nossa era geológica atual, obviamente, o sol, o nosso astro-rei, não emite mais luz, energia e calor suficiente para o Planeta Marte...Possa ter seu ciclo hidrológico...Entretanto, talvez bilhões de anos atrás...O sol...Logicamente, emitia muito mais luz, calor e energia para seu sistema solar...Que nesta caso, o Planeta Marte, ao meu vê, já possuiu seu ciclo hidrológico...Obviamente, também, o Planeta Terra, com decorrer de milhões e milhões de anos para frente...Certamente, perderá seu estágio atual...Do ciclo hidrológico...Pois, como se sabe... Sol vai diminuído emissão de calor e energia para o sistema solar...Até dia numa era geológica longínqua futura...O sol perderá emissão de luz, calor e energia para o planeta terra...Neste caso, a terra perderá o seu ciclo hidrológico...Como se encontra o Planeta Marte hoje...

Todavia, o “Cosmo”, conhecido popularmente, como o “Universo” Aonde existem milhares de centenas de bilhões de galáxias, onde cada galáxia dessas possuir milhares de milhões de sistema solares .. Deve, certamente, dentro dessa infinidade de planetas...Deste Mundo Galáctico... ”Existem “ , infinidades de “Planetas”...Na mesma condições da Terra de possuírem o seu ciclo Hidrológico...Conseqüentemente, o ciclo da vida...

Ainda não se sabe... Se tudo isto perdurará eternamente... Sendo assim, no universo...Mas, provavelmente, o ciclo hidrológico, existe em outros sistemas solares, através de centenas de bilhões de galáxias existente no universo e até mesmo em outro sistema solares da nossa Via Láctea. Portanto, seria grande desperdício de espaço no universo, caso não existissem, vidas(leia ciclo hidrológico) fora da terra (Carl Sagan)..E como também o elemento químico mais abundante ser o hidrogênio o principal componente da composição da água (H2O)...

Então, basta que qualquer corpo celeste esteja em órbita de um sol e receba: luz, energia e calor para ter uma atmosfera suficientemente para suscitar o ciclo da água e conseqüentemente o ciclo da vida... E que, segundo, a astronomia se o universo for infinito, sua expansão se dará por toda a eternidade e que também seus números de galáxias são infinitamente incalculáveis... Decorrente disto a cada instante (considerando o tempo geológico), morrem velhas galáxias e nascem novas galáxias, isto é, a dinâmica do universo expansivo...

Mas, segundo, a teoria do universo oscilante, afirma que a expansão vai parar por causa da atração gravitacional mútua de toda matéria. Depois, o universo, vai contraísse até atingir um volume infinitamente pequeno, ocorrerá então, um novo (BIG BANG) e nascerá um novo universo, possivelmente com diferentes leis de astrofísica...

PESQUISE NO www.google.com.br

“PEDRO SEVERINO DE SOUSA”
ESCRITOR DO LIVRO:
ÁGUA: A ESSÊNCIA DA VIDA

JOÃO PESSOA(PB), 05.12.2010

ACESSE E LEIA O BLOG RIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL
www.riodaintegracaonacional.blogspot.com

sábado, 20 de novembro de 2010

Possivel erro na teoria da relatividade-momento londres gravitomagnético...




Possivel erro na teoria da relatividade-momento londres gravitomagnético

Erro encontrado na Teoria da Relatividade poderá revolucionar a Física
Agência Espacial Européia
04/04/2006

Cientistas trabalhando para a Agência Espacial Européia acreditam ter medida o equivalente gravitacional de um campo magnético pela primeira vez em laboratório. Sob certas circunstâncias, o efeito é muito maior do que o previsto pela Teoria da Relatividade Geral e poderá ajudar a físicos a dar um passo significativo rumo à tão sonhada teoria quântica da gravidade.

Da mesma forma que uma carga elétrica em movimento cria um campo magnético, a movimentação de uma massa gera um campo gravitacional. De acordo com a Teoria da Relatividade Geral de Einstein, o efeito seria virtualmente desprezível. Entretanto, os cientistas Martin Tajmar e Clovis de Matos acreditam ter medido o efeito em laboratório.

A experiência foi feita em um anel de material supercondutor girando a 6.500 rotações por minuto. Supercondutores são materiais especiais que perdem toda a resistência elétrica quando são resfriados abaixo de determinadas temperaturas. Fazê-los girar cria um fraco campo magnético, conhecido como momento Londres.


A nova experiência testa uma hipótese de Tajmar e Matos, que explica a diferenca entre medições de massa de alta precisão de pares de Cooper (os portadores das cargas nos supercondutores) e seus valores previstos pela teoria quântica. Eles descobriram que essa anomalia pode ser explicada pelo aparecimento de um campo gravitomagnético no supercondutor em rotação. Por analogia com seu equivalente magnético, o novo efeito foi batizado de Momento Londres Gravitomagnético.

Pequenos sensores de aceleração, colocados em diferentes posições nas proximidades do supercondutor - que foi acelerado para que o efeito fosse detectável - registraram um campo de aceleração no exterior do supercondutor que parece ser produzido por gravitomagnetismo. Este experimento é o análogo gravitacional do experimento de indução eletromagnética de Faraday, feito em 1831.

Ele demonstra que um giroscópio supercondutor é capaz de gerar um forte campo gravitomagnético, sendo, portanto, o equivalente gravitacional de uma bobina magnética. Ainda dependendo de confirmações posteriores, este efeito poderá estabelecer as bases para um novo domínio tecnológico, que deverá ter inúmeras aplicações na exploração espacial e em outros setores, segundo Matos.

Embora apenas 100 milionésimos da aceleração se deva ao campo gravitacional da Terra, o campo medido é supreendentemente cem milhões de trilhões de vezes maior do que o previsto pela Teoria da Relatividade Geral de Einstein. Inicialmente os pesquisadores ficaram relutantes em aceitar seus próprios resultados.

Indução gravitomagnética de campos gravitacionais

"Nós fizemos mais de 250 experiências, melhoramos os equipamentos nos últimos três anos e discutimos a validade dos resultados durante 8 meses antes de fazer esse anúncio. Agora nós temos confiança nas medições," disse Tajmar, que conduziu as experiências e acredita que outros físicos farão suas próprias versões dos testes, a fim de verificar as descobertas e mensurar o efeito induzido.

Paralelamente à avaliação experimental de sua hipótese, Tajmar e Matos também procuraram por um modelo teórico mais refinado do Momento Londres Gravitomagnético. Eles foram buscar inspiração na supercondutividade. As propriedades eletromagnéticas dos supercondutores são explicadas pela teoria quântica como um ganho de massa pelas partículas dotadas de força, os fótons. Permitindo que partículas que contenham força gravitacional, conhecidas como gravitons, se tornem pesadas, eles descobriram que a força gravitomagnética inesperadamente grande pode ser modelada.

"Se confirmado, isto será um avanço incrível," diz Tajmar. "[A teoria] cria uma nova forma de se investigar a relatividade geral e suas conseqüências no mundo quântico."

Os resultados foram apresentados em uma conferência realizada pela Agência Espacial Européia na Holanda, no último dia 21 de Março. Dois artigos científicos detalhando o trabalho estão sendo submetidos para publicação.



Bibliografia:
Gravitomagnetic Barnett Effect
Martin Tajmar, Clovis J. de Matos, Martin Tajmar, Clovis J. de Matos

Possible gravitational anomalies in quantum materials (pdf)
Martin Tajmar, Clovis J. de Matos, Martin Tajmar, Clovis J. de Matos

Fonte:

sábado, 23 de maio de 2009

COSMOLOGIA: TEORIAS E HIPÓTESES...

GALÁXIA ANDRÔMEDA
VÍDEOS SOBRE...

O UNIVERSO VISTO PELO TELESCÓPIO HUBLLE


A Origem do Planeta Terra – Documentario



DENTRO DOS PLANETAS DO SISTEMA SOLAR...ENTRE ELES...SABER SE EXISTIRAM E/OU EXISTIRÃO O CICLO HIDROLÓGICO?...

Para se entender um pouco do comportamento astrofísico dos planetas do sistema solar... É preciso que se adentre ao conhecimento cosmológico... É interessante, fazer uma analogia da teoria (hipótese) do Big Bang – a teoria do nascimento do universo que é mais amplamente aceita. Declara que toda a matéria e energia do universo foram criadas numa única explosão colossal, ocorrida entre 15 à 20 bilhões de anos atrás...
Depois disso, a massa cósmica de matéria dispersa tornou-se não uniforme e começou a coalescer para formar estrelas e galáxias...Uma das evidências para a teoria do (Big Bang), é o desvio para o “vermelho” das galáxias mais distantes, que mostra que o universo ainda está se expandindo...Os cientistas não sabem se esta expansão do universo vai continuar para sempre... A teoria do “Universo Oscilante”, afirma que a expansão vai parar por causa da atração gravitacional mútua de toda a matéria. Depois o universo vai contrair-se até atingir um volume infinitamente pequeno o ocorrerá, então um novo (Big Bang) e nascerá, um novo universo – possivelmente com diferentes leis de física...Partindo, destes pressupostos, viajamos no túnel do tempo, para esta suposta formação (origem) do universo, referente a nossa galáxia (Via Láctea), especificamente nosso “Sistema Solar”...


Há, portanto 18 bilhões de anos atrás provavelmente, (segundo, alguns cientistas) era da formação do universo, o sol (astro rei) do nosso sistema solar, que compreende; os planetas: ex- Plutão(pois, perdeu a patente de planeta ) Netuno, Urano, Saturno, Júpiter, marte, terra, Vênus e mercúrio...

É evidente que o sol, que obtém hoje sua energia de reações de fusão nuclear, que ocorrem no núcleo, onde a temperatura atinge cerca de 15.000.000oC (Quinze milhões de graus Celsius), convertendo a cada segundo um valor estimado de 600 milhões de toneladas de hidrogênio em Helio. A face visível do SOL:A fotosfera, com uma temperatura de cerca de 5.500oC (cinco mil e quinhentos graus Celsius), é um verdadeiro imenso caldeirão fervente que emite, através dos seus raios solares, luz, energia e calor para todo o sistema solar e seus respectivos planetas, mencionados acima.Logicamente, há 18(dezoito Bilhões) de anos atrás, certamente, as atividades fusão nuclear do sol eram muito mais intensas, então emitia muito mais energia, luz e calor para o seu sistema solar...

Donde se deduz, que o planeta terra, por ser o terceiro planeta em órbita na ordem de aproximação, nesta “ERA” mencionada acima, era uma “massa incandescente”, um verdadeiro, imenso caldeirão em ebulição, que até mesmo, as atividades vulcânicas, eram de uma magnitude plena, que fazia do nosso planeta Terra, um “Micro-Sol...” Corroborando com estahipótese, existe teoria, (tese cientifica), que defende a tese de que o planeta Terra e demais planetas do sistema solar, são massa (matéria), desgarradas do sol na época da grande explosão colossal do Big Bang...

Portanto, obviamente, logo posteriormente, a formação do nosso Sistema Solar Não havia condições de existirem vidas, quer vegetais, animais, e humanas em nosso planeta Terra, pois, os elementos químicos que compõem a atmosfera terrestre (hidrogênio, oxigênio, nitrogênio e outros), estavam numa verdadeira ebulição, não havendo, por exemplo, mínimas condições da composição da água(H2O)...Ou melhor, o seu ciclo hidrológico...

A partir dessas premissas e de que também, o elemento químico mais abundante no universo ser o hidrogênio, o principal, componente da composição da água (H2O)... Levanta-se a hipótese, que tese, todos os planetas do nosso, Sistema Solar, de Plutão até MARTE, ou seja, Plutão, Netuno, Urano, Saturno, Júpiter e Marte... Poderia ter existido o seu ciclo hidrológico...Entretanto, para qualquer corpo celeste(os planetas mencionados acima, inclusive os planetas Venus e Mercúrio), neste caso, dentro do Sistema Solar da nossa “Galáxia Via Láctea”...
Para que se tenha e já teve ou terá seu ciclo hidrológico...Como o ciclo hidrológico do Planeta terra... Seria e/ou será preciso... Que todos estes citados “Planetas”... Tivesse dimensão equivalente astrofísica...As dimensões astrofísicas, como ao do Planeta Terra...Aonde todos sabem...Que o planeta Terra... Possui o seu ciclo hidrológico...Hoje na “Era Geológica atual...O Planeta terra tem seu ciclo hidrológico... Devido possui a massa, ou melhor, o tamanho da Terra é de 5.9743 ×1024 kg...Possuir o movimento de rotação de 23 horas 56 minutos 4 segundos e 9 centésimos. (23h56m04,09)...

E ter o Eixo inclinadode aproxidamente 23 graus AngularE Ter o Movimento de Translação de aproximadamete 365 diasAonde se define as 4(quatro) Estações: Verão, Outuno, Inverno e Privavera...E receber Energia e Calor do Sol...Para se ter uma “Atmosfera”... Adequada...Funcionando dentro de um “Efeito Estufa”...Para se ter seu ciclo Hidrológico....E por consequência, o ciclo da vida...Então, partindo dessas premisas abordadas acima, segundo, a literatura astronomica, só “O Planeta Marte”...Dentro do Sistema SolarMarte posssui dimensões astofisicas semelhates ao Planeta Terra...

Partindo destes pressuspostos...Então vamos vê em quais caracteristicas fisicas se assemelham Marte com a Terra:Tamanho da grandeza da massa do Planeta Terra é ligeiramente maior do que o Planeta Marte. A massa de Marte é de 6,4185×1023 kg...E da Terra é de 5,9743 ×1024 kg...Pelo visto de tamanho quase equivalentes...Concernente as suas inclinações aos seus planos de inclinação dos seus Eixos...A Terra tem inclinação axial deInclinação axial:23,45°Já Marte de: Inclinação axial:25,19°O movimento de Rotação da Terra: dura 23 horas, 56 minutos e 4,09 segundos, o que equivale a um dia sideral... A duração do dia em Marte (sol) é pouco diferente do da Terra e é de 24 horas, 39 minutos e 35 segundos .E finalmentre sobre o movimento de Translação da Terra e de Marte:

PLANETATERRA:

O movimento de translação da Terra, efetuado ao redor do Sol, leva 365 dias e 6 horas solares médios - o que equivale a um ano sideral. A Terra tem um satélite natural, a Lua, que completa uma volta em torno do planeta a cada 27,3 dias.

PLANETA MARTE:

Marte tem estações do ano, mas estas duram o dobro das estações na Terra; o ano marciano é também o dobro do terrestre (cerca de 1 ano e 11 meses terrestres)...Devido o planeta Marte tem o dobro da distância da terra em relação ao sol...Enquanto que os outros demais Planetas do Sistme Solar... Plutão, Netuno, Satuno, Jupiter, Venus e Mercúrio... Possuem dimensões “Astrofisicas”, completamente diferenciada do Planeta Terra...Ou é “Grande” demais(Jupiter, Saturno , Netuno e Urano)...Ou é pequeno de mais(Plutão e Mercúrio)...Excetuando o *Planeta Venus...Que tem“Dimensôes” parecida com a Terra...

Agora, entretanto, dentro de uma “Analogia”... Mais “Fundamentada”... Do “Ciclo Hidrologico” da Terra...Deve-se ressaltar, afora outros fatores determinantes do seu Ciclo Hidrológico...Como por exemplo, de receber “Energia e Calor” do “Sol”... E devido, essencialmente, da Terra...Hoje(Idade Geologica atual)...Possui uma “Atmosfera”... “Adequada” ...De “Efeito Estufa”...Que é a sua “Força Propulsora”... Para possuir seu ciclo hidrológico...E o fator preponderante de tudo isto...Ou melhor, do ciclo hidrológico da Terra...Ao meu vê, não é nada mais...Ou nada menos...Do que a “ Força Gravitacional Mútua da Matéria”...Oriundo do “Sistema Solar”...

Então... Como explicar isto?

Entretanto, mesmo não sendo um especialista no assunto sobre questões astronomicas... Porém, percebe-se que, dentro dos principios básicos das leis cosmológicas, sempre vai atuar a “Força Gravitacional Mútua da matéria” (Isaac Newton )...Donde se conceitua:A Gravitação universal é a força de atração que age entre todos os objetos por causa da sua massa, isto é, a quantidade de matéria de que são constituídos. A gravitação mantém o universo unido. Por exemplo, ela mantém juntos os gases quentes no sol e faz os planetas permanecerem em suas órbitas. A gravidade da Lua causa as marés oceânicas na terra. Por causa da gravitação, os objetos sobre a terra são atraídos em sua direção. A atração física que um planeta exerce sobre os objetos próximos é denominada força dagravidade. A lei da gravitação universal foi formulada pelo físico inglês Sir Isaac Newton em sua obra Philosophiae Naturalis Principia Mathematica, publicada em 1687, que descreve a lei da gravitação universal e as Leis de Newton — as três leis dos corpos em movimento que assentaram-se como fundamento da mecânica clássica.
Fonte:http://pt.wikipedia.org
Então, partindo destes preceitos cosmológicos...

É dedutível que o ciclo hidrológico da Terra...Decorre, essencialmente, devido a Terra se encontrar posicionada numa localização do sistema solar da via láctea...Aonde, certamente, “Existem”, uma “Interação”...Da “Lei” da “Gravitação Universal”... Donde, logicamente, impulsiona o ciclo hidrológico da Terra... Devido sua massa gravitacional, ser peculiar para tal...Pormenorizando tudo isto... Se existem e/ou existirão...Ciclo hidrológico nos outros planetas do sistema solar...É salutar, se fazer algumas considraçãoes...

Considerando que um “Pingo D’Água” de chuva peesa 10gramas aqui na terra...O mesmo “PINGO D’ÁGUA... Como por exemplo, pesaria no planeta Júpiter...Considerando que o planeta Júpiter é 1.300(hum mil e trezentos) vezes maior do que a Terra...Mesmo apesar de que, o Planeta Júpiter possui uma formação gasosa e toda sua massa só ser maior 2,5 maior do que o Planeta Terra...Todavia, ainda um pingo da água lá Júpiter pesaria 25 gramas...Neste caso, incompatível para se possuir o seu ciclo hidrológico...Pois, sendo assim, inexistindo evaporação...Um caso inverso ao planeta Júpiter...É sobre as condições astrofísicas gravitacional da “Lua”...Como quase todo mundo já sabe...Que a Lua é 4(quatro) vezes menor do a Terra...Neste caso, um pingo da água na lua de 10gramas...Só pesa 2(duas) gramas...E devido a força gravitacional na lua ser quase nula...Se dissipam as precipitações chuvosas na lua...Incorrendo o seu ciclo hidrológico...

Diante de todos estes pressupostos, preceitos e leis cosmológicas...Abordados acima, em suma , conclui que entre os Planetas Sistema Solar(Plutão,Netuno, Urano, Saturno,Júpiter, Marte, Terra, Venus e Mercúrio)...Logicamente, exceto, a Terra...Só o planeta Marte...Em “Era”...Outrora há Bilhões de anos atrás...Aonde o Sol...Emitia mais calor e energia para o seu sistema solar...Possivelmente , teve o seu ciclo hidrológico...Entretanto, hoje, certamente, devido o Sol ter diminuído emissão de calor e energia para o sistema solar... Encontra-se com temperatura bem abaixo de zero grau Celsius... Incompatível com uma formação de um ciclo hidrológico...No entanto, o *Planeta Vênus, numa “Era” Geologica futura... Ou seja, milhões e milhões ou bilhões de anos para frente... Aonde o Sol, diminuirá a sua emissão de calor e energia...O Planeta Venus, entrará numa evolução de uma atmosfera...Como se encontra o Planeta Terra hoje...

Apesar de que o planeta Vênus, possuir tamanho, ou seja massa(95%) em comparação com o tamanho da terra...E ter o movimento de translação de 224 dias... Por Ano...Porém, possui o movimento de rotação de 243 dias...Aonde na terra, só são 24 horas...Além de não quase não possuir inclinação axial( 0,01% )...Aode se define as estações do ano...Tendo portanto, um eterno verão...Condições estas... Também, incompatíveis a possuir um ciclo hidrológico...

Todavia, o “Cosmo”, conhecido popularmente, como o “Universo” Aonde existem mias de cem bilhões de galáxias, onde cada galáxia dessa possuir milhares e milhares de sistema solares .. Deve, certamente, dentro dessa infinidade de planetas... Deste Mundo Galáctico... ”Existirem infinidades de “Planetas”...Na mesma condições da Terra de possuírem o seu ciclo Hidrológico...Conseqüentemente, o ciclo da vida...Ainda não se sabe...Se tudo isto perdurará eternamente sendo assim, no universo...Mas, provavelmente, o ciclo hidrológico, existe em outros sistemas solares, através de centenas de bilhões de galáxias existente no universo e até mesmo em outro sistema solares da nossa Via Láctea. Portanto, seria grande desperdício de espaço no universo, caso não existissem, vidas(leia ciclo hidrológico) fora da terra (Carl Sagan)..E como também o elemento químico mais abundante ser o hidrogênio o principal componente da composição da água (H2O)...

Então, basta que qualquer corpo celeste esteja em órbita de um sol e receba: luz, energia e calor para ter uma atmosfera suficientemente para suscitar o ciclo da água e conseqüentemente o ciclo da vida... E que, segundo, a astronomia se o universo for infinito, sua expansão se dará por toda a eternidade e que também seus números de galáxias são infinitamente incalculáveis... Decorrente disto a cada instante (considerando o tempo geológico), morrem velhas galáxias e nascem novas galáxias, isto é, a dinâmica do universo expansivo...Mas, segundo, a teoria do universo oscilante, afirma que a expansão vai parar por causa da atração gravitacional mútua de toda matéria. Depois, o universo, vai contraísse até atingir um volume infinitamente pequeno, ocorrerá então, um novo (BIG BANG) e nascerá um novo universo, possivelmente com diferentes leis de física...

PEDRO SEVERINO DE SOUSA
ESCRITOR DO LIVRO:
ÁGUA: A ESSÊNCIA DA VIDA
www.pedroseverino.xpg.com.br
JOÃO PESSOA(PB), 23.08.2008

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

PLANETÁRIO DO RIO DE JANEIRO ABRE ANO DA ASTRONOMIA NO BRASIL







VÍDEO SOBRE....






CONHEÇA SÃO PAULO PLANETÁRIO


Planetário do Rio abre Ano da Astronomia no Brasil

A origem dos planetas, das estrelas e do universo sempre despertou curiosidade em todo o mundo. Na tentativa de conhecer o que estava além do céu, usando um telescópio, há 400 anos, Galileu Galilei mudou a forma de ver o mundo. Agora, pesquisadores querem divulgar a astronomia e chamar atenção para novas descobertas.


Com esse objetivo, o Planetário da cidade do Rio abriu, nesta terça-feira, o Ano Internacional da Astronomia no Brasil - a data foi estipulada pela Organização das Nações Unidas (ONU). Para o presidente do observatório do Rio, Celso Cunha, essa é uma oportunidade de aliar conhecimento e entretenimento, além de difundir a ciência.


"Quando Galileu propôs suas teorias, há 400 anos, demonstrando que a órbita dos planetas não era circular e, sim, uma elipse, isso teve um impacto profundo", destacou Cunha. "Podemos provocar novas mudanças por meio do fascínio produzido pelas descobertas astronômicas e sinalizar que existem coisas maiores, diferentes das do dia-a-dia."


Como parte das atividades do Ano da Astronomia, o Rio receberá, em agosto, 3 mil astrônomos de todo mundo em um congresso. Para o estudioso Luiz Nicolaci, do Observatório Nacional - órgão do governo federal que faz pesquisas na área - o momento é de estreitar parcerias com outros países e de fomentar a sistematização das pesquisas.


"Acho que já foram descobertos cerca de 200 planetas em outros sistemas estelares. O problema é que ainda não foi feito um levantamento sistemático, que dê uma amostra estatística válida para tentar entender o processo de formação dos sistemas planetários. É isso que tentamos entender", afirmou.

De acordo com ele, o Brasil não têm recursos para investir em equipamentos como telescópios, que possam resultar em novas descobertas. No último levantamento, os pesquisadores brasileiros estimaram investimentos de R$ 15 bilhões. No entanto, Nicolaci avalia que o país pode colaborar, trabalhando bancos de dados, por exemplo.

"Obviamente, não podemos competir de igual para igual com os Estados Unidos e a Europa, mas podemos participar de outros projetos."

Quem não quiser perder as últimas descobertas sobre o universo, pode participar de atividades do Ano da Astronomia, em todo o país. Somente no período de abertura, de 19 a 28 deste mês, estão previstos cerca 200 eventos em várias cidades. Entre eles, a observação do céu com telescópios, atividades em planetários e mostras.

Agência Brasil